escrito em 11 de março de 2011 às 14:13 horas
Reparando no livro "O gôsto da guerra" (preciso ler outro livro logo, eu sei!) e através do último post (Reações ao Feição de Foca), aliás, através das conversas pelo messenger que me levaram a escrevê-lo eu revivi, em memória, um conselho com ares de pedido que recebi há menos de um ano, no final do primeiro semestre do ano passado.
Eu havia entregado um trabalho, e meu professor, depois de ter dado a opinião sobre o conteúdo, me surpreendeu com o conselho de que, ao longo da faculdade, eu não perdesse meu jeito de escrever. Ele disse que seria difícil, o que não é mentira. Após essa conversa e de ter pensado um pouco, eu realmente fiquei com receio de "perder a mão" por causa do número de notícias e trabalhos acadêmicos ser bem maior que o do tempo livre para escrever o que se quer. Medo de ficar no "automático", lead lead lead!!!! Seriedade o tempo inteiro. Medo de envelhecer o que sempre me propiciou ser e dizer o que eu quisesse: a escrita.
E ah! Não é porque sou uma exímio escritora, tenho muita (MUITA) coisa para melhorar, a discussão é o singular, o peculiar, aquele jeito de escrever que lead nenhum permite. Que vai além de ser diferente e interessante, que é seu e ninguém tasca porque é impossível negar. A impressão digital através das letras.
Obs: eu gosto dos leads. Eles ajudam nossa vida, mas nem só de lead se vive. E o lazer onde fica?
terminado pouco antes das 16:23
Por isso quero evitar de ser redator de jornal impresso... nada no automático funciona direito
ResponderExcluirConcordo com você Paty. Alguns gêneros jornalísitcos nos deixam muito presos. O jornalismo informativo é o melhor exemplo disso. Por isso acho importante um espaço seu, como um blog, por exemplo. Onde podemos escrever o que queremos. Também acho interessante escrever resenhas, crônicas. Leia livros de jornalismo, mas, também, histórias de ficção. Bom, essa é minha visão.
ResponderExcluir